Estou de volta e espero, este ano ter mais tempo para escrever neste espaço.
Para já fica um cantiguinha, que vá-se lá saber o porquê me tem acompanhado muito nos últimos tempos. Até já
Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008
Bom Ano Novo Para Aqueles de Quem eu Gosto e Para os Outros Também...
Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007
Terça-feira, 30 de Outubro de 2007
Mais uma..
O disco Antics dos Interpol fez-me companhia nas minhas caminhadas, reflexões e decisões em 2006. Deixei de o escutar durante algum tempo e vá-se lá saber o porquê peguei nele novamente, por estes dias. É sem duvida um disco que me enche as medidas, quase perfeito. Aqui fica um dos temas do disco. Se tiverem tempo escutem-no.
Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007
Reflexão sobre a MORTE..
A morte nunca me afligiu, até ao momento em que conheci alguém, que fez com que a minha atitude mudasse. Até então enfrentava o pensamento na morte, como uma consequência natural da vida, como ela é na realidade. Nos últimos três anos o medo de desaparecer da face da terra, encerrou em mim uma imensa vontade de viver. Será que o medo de morrer é mais forte, quando existe alguém com quem queremos partilhar, tudo? E será que a vontade dessa partilha nos torna, tão intensamente egoistas que a nossa única vontade é viver eternamente? O que será?
Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007
Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007
Vai um snack?
"Eu sei que a imagem mete nojo, mas temos de manter o espírito aberto a realidades diferentes. Na estação de autocarros de Skun, no Cambodja, são vendidas às dezenas de tarântulas fritas, consideradas um petisco designado por "A Ping". Por acaso encontrei cenas ainda mais asquerosas, mas penso que esta já mete impressão que chegue. Estes devaneios culinários cambodjianos ocorrem na província de Kampong Cham, a cerca de 90km a Leste de Phnom Penh.in, MEGAFONE. Acharam nojento? Pois eu digo, que a velha a cuspir era muito mais nojenta.
Velha Porca
Há uns dias atrás caminhava eu em direcção ao meu emprego, quando reparei que caminhava uma senhora de provecta idade a meu lado. Eram quase nove da manhã e eu sem o pequeno-almoço tomado.
A referida senhora começa então a puxar da gosma emitindo ruídos, como se tentasse arrancar os pulmões. Passadas algumas tentativas, lá conseguiu sacar meio quilo de ranho muito verde das suas entranhas, que arremessou, para o chão. Eu quase tropecei naquilo!!!
A senhora lá seguiu o seu caminho e eu a pensar: “Puta que pariu a velha, já não há decência”. É a vida.
